terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Rodovias afetadas por chuvas têm atenção especial do DNIT

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) concentra esforços nas rodovias federais atingidas pelo excesso de chuvas desde dezembro. Em todos os pontos interditados a ação imediata foi liberar e normalizar o fluxo de veículos. Em seguida, a recuperação do dano e a restauração da rodovia.

Em alguns casos o problema é resolvido por meio de contratos emergenciais mas na maioria, por contratos de restauração já em andamento e outros que estavam em licitação (caso da BR-354/MG). Em todos os pontos, a ação das empresas contratadas pelo DNIT tem sido eficiente, garantindo a resolução do problema.

Apesar nos inúmeros trechos de rodovias federais danificados pelas chuvas, há somente um com interdição total de fluxo. Trata-se do km 24 da BR-495 no Rio de Janeiro, entre Teresópolis e Itaipava, onde os danos foram intensos e a previsão de liberação é para o dia 20 de janeiro.

Nas rodovias sob responsabilidade do DNIT em todo o Brasil a situação é a seguinte: em 19 pontos o tráfego foi normalizado; em oito pontos o fluxo flui em meia pista e em dois, a terceira faixa (acostamento) está interditada.

Onde o tráfego foi normalizado, as ações de restauração estão em andamento. Na BR-060/GO, por exemplo, o trânsito entre Alexânia/GO e o Distrito Federal flui por meio de desvios seguros e a recomposição do aterro que cedeu no km 24,8 está em andamento.

Outras rodovias – Com base na Lei 12.340, de 01/12/10, o DNIT também atua em apoio aos estados e municípios em estado de emergência.

No Rio de Janeiro, a autarquia contratou uma empresa de grande porte que executa os trabalhos para retirada de entulhos, desobstrução dos acessos rodoviários, de vias urbanas e de estradas vicinais rurais das cidades mais afetadas. Por meio de outro contrato, essa empresa atua ainda na desobstrução das rodovias estaduais, como a RJ-130 e a RJ-116. Este trabalho é realizado em conjunto com o Departamento de Estradas e Rodagem – DER/RJ.

FONTE: OLHAR DIRETO

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