quinta-feira, 30 de junho de 2011

Atlas investe R$ 1 milhão em segurança

Empresa de transporte e logística destina verba à prevenção de acidentes e roubos, capacitando colaboradores e reforçando proteção com aquisição de novas tecnologias.

Com o objetivo de ampliar as condições de segurança de suas operações e patrimônio, a Atlas Transportes & Logística investiu neste ano cerca de R$ 1 milhão em treinamento e aquisição de equipamentos e novas tecnologias.

Os investimentos foram divididos três partes: capacitação de funcionários, no que diz respeito à prevenção de acidentes e roubos; definição de regras claras para aplicação das políticas de segurança; e tecnologias que possam neutralizar ações criminosas.

“Para um problema desta magnitude [roubo de cargas], é importante que a alta direção da empresa participe das políticas de segurança, tal como estamos fazendo. Dessa forma, é possível criar condições favoráveis para a condução dos veículos de forma defensiva e com atenção aos riscos”, afirma Lauro Megale Neto, presidente da Atlas.

Quanto à aplicação das políticas de segurança, Claudio Tamanaga, gerente Operacional de Filiais da Atlas, destaca que o foco é definir os locais de paradas, que limitam distância e tempo percorridos pelos condutores para uma margem segura. “Além do estabelecimento de um controle de velocidade dos veículos”, explica.

O terceiro ponto, que diz respeito ao investimento em tecnologias, refere-se à instalação de grades alarmadas e protetores de estribo, o que auxilia na proteção contra ações criminosas quando o veículo está em movimento.

“No entanto, a melhor e mais eficiente forma de coibir crimes ainda é uma ação mais forte do poder público, com relação ao policiamento efetivo nas estradas e à desarticulação dos receptadores de cargas. A somatória das ações do governo com nossas políticas de segurança é que produzirá resultados contundentes em todos os setores”, conclui Tamanaga.

N.do A. “Parabéns pela ‘visão’ que inspire outros Transportadores…é preciso deixar de ver esse tipo ação com Custo, e sim, como Investimento

FONTE: TRANSPORTA BRASIL

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