terça-feira, 19 de outubro de 2010

Autoridades buscam alternativas ao Chibatão para cargueiros prestes a chegar a Manaus

O presidente do Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaees), Wilson Périco, afirmou, na manhã de hoje, que os portos de Manaus já estavam sobrecarregados antes do desastre.

[ i ] Porto do Chibatão receberia dois navios cargueiros que agora buscam alternativas. Foto: Audimar Arruda Porto do Chibatão receberia dois navios cargueiros que agora buscam alternativas.

Manaus - A chegada de novas cargas a Manaus preocupam as autoridades que acompanham o deslizamento de terra de interditou o Porto Chibatão ART Logística, na Colônia Oliveira Machado, na zona sul.

Segundo o subsecretário da Subchefia de Defesa Civil do Município (Subdec), coronel Ari Renato, os proprietários do Chibatão informaram que dois grandes navios cargueiros devem chegar a Manaus durante o dia de amanhã.

“Ainda não se tem idéia de como a operação de descarga será realizada. Estamos fazendo de tudo para antecipar uma solução, mas ainda não se tem uma saída”, disse.

De acordo com o capitão dos Portos da Marinha, Odilon Leite Andrade, o uso da segunda rampa pode ser liberado pela Marinha apenas após uma avaliação técnica de engenheiros. A segunda rampa, segundo ele, não estava sendo para operações de carga e descarga.

“A rampa fica distante 1.200 metros da que está soterrada. Além do parecer técnico, é preciso que sejam feitas obras de contenção devido às fissuras de foram identificadas”, disse.

Na manhã de hoje, a identificação de rachaduras de 15 centímetros de comprimento com mais de 200 metros de extensão nas proximidades da segunda rampa do Chibatão deixaram o Corpo de Bombeiros e Subchefia de Subchefia de Defesa Civil do Município (Subdec) em alerta.

O site do Chibatão informa que o porto possui um armazém alfandegado com 6 mil metros quadrados, um cais flutuante com 431,5 metros de comprimento e 30 de profundidade e um pátio alfandegado com área total de 125 mil metros quadrados.

O presidente do Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaees), Wilson Périco, afirmou, na manhã de hoje, que os portos de Manaus já estavam sobrecarregados antes do desastre. “Não se sabe como serão feitas as operações de carga e descarga”. Disse também, que enquanto o Chibatão não informar a quantidade e as cargas que estavam no porto, será impossível contabilizar os prejuízos.

Fonte: D24 AM

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