segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

(RJ) Aumenta o roubo de cargas em SG e Itaboraí

Caminhoneiros estão em sinal de alerta. O aumento do roubo de cargas em São Gonçalo e Itaboraí tem mudado a rotina de empresas e levado a polícia a intensificar as operações na região. De acordo com os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), de janeiro a outubro de 2011, foram contabilizados 206 assaltos em São Gonçalo, contra 153 casos ocorridos em todo ano de 2010, registrando um aumento de 34%. Na região de Itaboraí ocorreram 68 roubos de janeiro a outubro de 2011, enquanto que em 2010 esse número chegou a 44, o que representa um aumento em 55% o número de ocorrências.

De acordo com a polícia, cerca de 70% dos roubos de cargas ocorrem em áreas urbanas e as mercadorias são escoadas para depósitos clandestinos das quadrilhas e revendidas, sem notas fiscal, para comércios de São Gonçalo e Itaboraí.

Bebidas, remédios, eletrodomésticos e cosméticos são os materiais mais visados pelos bandidos. Os bairros Jardim Catarina, Rocha, Gradim e Galo Branco são os locais com as maiores incidências desse tipo de crime em São Gonçalo.

Monitoramento - Para especialistas, o uso do monitoramento via satélite (GPS) e as escoltas armadas coíbem a ação dos criminosos, mas não são fatores preponderantes para diminuir o número de cargas roubadas, como afirma o delegado Oscar Sá, da 72ª DP (Mutuá). “O ideal seria que cada caminhão fosse monitorado através de uma linha direta entre motorista e empresa. Caso o motorista não respondesse no momento certo a delegacia mais próxima seria acionada”, sugeriu.

Oscar Sá já dirigiu delegacias em Casemiro de Abreu, Tanguá, Itaboraí e Rio Bonito e faz um alerta quanto a necessidade de maior fiscalização nas estradas. “Na BR-101, até a entrada de Campos, temos apenas patrulhas em São Gonçalo, Casemiro de Abreu, Rio Bonito e Campos. Não tenho medo de errar: são mais de 200 km de estradas que ficam desguarnecidas”, revelou o delegado.

Sindicato quer delegacia especializada na região
De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados das Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas de Niterói, Alexandre Nunes, a categoria tem cerca de 4 mil profissionais, entre motoristas e ajudantes, registrados na região.

O apoio jurídico às vítimas de roubo tem sido uma das prioridades da gestão de Nunes, que pleiteia junto à Secretaria de Estado de Segurança a instalação de uma unidade da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) no eixo São Gonçalo-Itaboraí.

“A iminente construção do Comperj já mexeu com a economia da região. O aumento dos roubos tem sido notório. Estamos dando apoio jurídico às vítimas e vamos pedir a instalação de uma delegacia especializada na região”, ressaltou.

Extensão à área urbana
De acordo com o delegado Oscar Sá, o roubo de carga nas estradas está sendo copiado na área urbana, mediante o sequestro do motorista até que a carga seja retirada do caminhão. No dia 26 de janeiro, policiais da 72ª DP (Mutuá) estouraram um depósito de cargas roubadas no bairro Santa Catarina, em São Gonçalo.

No imóvel foram apreendidos remédios, peças de carros e cosméticos, além de armas, drogas e um Escort azul roubado, reconhecido por um motorista que havia sido sequestrado pelos criminosos. O envolvimento de traficantes nos crimes está sendo investigado.

Caminhoneiros: risco nas estradas
O caminhoneiro Vivaldo Vantil Dillen, 62 anos e 40 de profissão, diz que não existe estrada segura e pede mais policiamento. “Há trechos que evito o máximo que puder, principalmente à noite. Não passo no horário noturno nos trechos que compreende São Gonçalo e Campos. Mesmo sabendo que a Ponte Rio-Niterói é liberada das 22h até as 6h prefiro seguir o caminho por Magé”, disse Vivaldo, que é pai de três filhos.
Já Cléber Souza Silva, 34, pai de quatro filhos, morador de São João de Meriti, prefere se agarrar a fé toda vez que tem que sair de casa para entregas que tenham que passar pelo trecho de São Gonçalo a Campos. Ele dá dicas para diminuir o risco de ser roubado.

“Colei no meu para-brisa a imagem de Nossa Senhora Aparecida para pedir proteção quando estiver na estrada. Dou preferência em paradas que são pagas e que tenham seguranças. Sou devoto, tenho fé. Acredito que ela me protege”, afirmou Cléber emocionado.

FONTE: O SÃO GONÇALO

Restrições na circulação de caminhões aumentam gastos

A travessia das regiões metropolitanas tem provocado uma grande pressão sobre os custos de transporte no País. Em São Paulo, por exemplo, há restrição para a circulação de caminhões de grande porte nas marginais e áreas centrais. Mesmo nas cidades onde a movimentação é livre, os congestionamentos elevam os prejuízos.

'Atrasos representam custo maior com óleo, diesel, salário e manutenção', observa Valdir Santos, presidente da ASA Transportes. Segundo ele, outro problema que afeta a vida dos clientes é a insegurança no transporte. 'O volume de escoltas entre São Paulo e Santos, por exemplo, cresceu 400% em 2011.'

Ele destaca que empresas menores estão deixando de fazer essa rota por causa da elevação dos custos provocados pelos atrasos no descarregamento das cargas em Santos e demora para atravessar São Paulo. Quem contrata os serviços de uma transportadora paga o valor do frete - que não é nada barato -, mas não é responsável pelo tempo gasto durante o percurso. De São Paulo a Santos, diz o executivo, paga-se cerca de R$ 1 mil pelo frete, mais o pedágio (que pode chegar a R$ 800) e também serviço de segurança e seguro.

Por outro lado, os gargalos viraram uma grande oportunidade de negócios na área de armazenagem. A JSL (antiga Julio Simões) está montando um Centro Logístico Intermodal na cidade de Itaquaquecetuba, ao lado da Rodovia Ayrton Senna e da ferrovia. O objetivo é trazer a carga pela ferrovia, por exemplo, até o local. Dali a mercadoria segue em caminhões menores para ser distribuída em São Paulo e região, sem restrição de horários. 'O empresariado tem superado as dificuldades com criatividade', afirma o presidente da JSL, Fernando Simões./ R.P.

Da China até o Brasil, um contêiner percorre cerca de 17 mil quilômetros (km) numa viagem que pode durar 35 dias de navio. O transporte de cada unidade até o Porto de Santos fica em torno de US$ 1,2 mil (R$ 2 mil), dependendo do tamanho da embarcação e das negociações com os armadores. Dali até a capital paulista são apenas 77 km, quase nada diante da viagem feita desde o Oriente. Mas o custo - pasmem - é o mesmo.

A movimentação de carga entre Santos e São Paulo custa cerca de R$ 2 mil por contêiner, conta Fernando Nicory, diretor da Magma, empresa do setor têxtil que compra parte de sua matéria-prima no exterior. 'A mercadoria cruza o mundo por US$ 1,2 mil e sobe a serra por R$ 2 mil. Isso tira a competitividade e diminui nosso espaço no mercado internacional', lamenta Nicory.

Como o executivo, outras indústrias sofrem do mesmo mal. A infraestrutura precária tem provocado uma expansão sem limites nos custos logísticos. Segundo um estudo do Departamento de Competitividade de Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as empresas têm uma despesa anual extra de R$ 17 bilhões por causa das péssimas condições das estradas, burocracia (e sucateamento) nos portos, falta de capacidade das ferrovias e gastos com armazenagem.

Tudo isso aliado à exorbitante carga tributária do País cria um ambiente inóspito à expansão dos negócios. 'Está muito caro produzir no Brasil', lamenta o diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz, responsável pelo estudo Carga Extra na Indústria Brasileira, feito a partir de uma pesquisa com 1.211 empresas do setor. Segundo elas, 0,36% (R$ 6,2 bilhões) do faturamento anual é gasto com manutenção da frota de veículos; 0,6% (R$ 10,2 bilhões) vai para o transporte das mercadorias; e 0,4% (R$ 675 milhões) fica com armazenagem obrigatória devido aos atrasos.

Esses custos extras representam quase 15% de todo gasto que a indústria tem com transportes e armazenagem. No total, as companhias destinam 7,2% do faturamento, ou R$ 122,3 bilhões, para movimentar suas mercadorias no Brasil.

Explosiva. Na avaliação de Roriz, o País vive uma situação explosiva: 'A taxa de juros é elevada, o câmbio está desvalorizado, o preço da energia e da logística está nas alturas e a carga tributária não para de crescer'. Segundo o estudo, em vários países o peso dos impostos é elevado, mas o governo consegue devolver o dinheiro por meio de uma infraestrutura de qualidade, o que reduz o custo de transporte.

Aqui a situação é completamente oposta. Além de pagar fortunas de tributos, as empresas ainda são punidas com os custos decorrentes das péssimas condições de estradas e portos.

Nicory diz que nos últimos anos a escalada dos custos obrigou a empresa a criar um departamento logístico para traçar novas rotas de transporte e reduzir a pressão sobre a rentabilidade.

A estratégia da empresa, que tem quatro fábricas em São Paulo, já surtiu efeito positivo: reduziu em 50% os custos que representavam até 5% do faturamento. A empresa tem frota própria para enfrentar os problemas urbanos, especialmente os da capital paulista, onde tem uma unidade. 'Tiramos as mercadorias da fábrica no Brás em pequenos caminhões e levamos até transportadoras próximas a Guarulhos. Dali elas fazem a distribuição.'

O caminho até o cliente, no entanto, é cheio de contratempos. 'Ora chove e os caminhões não conseguem sair do lugar; ora os veículos quebram por causa da quantidade de buracos. Quantas vezes, os navios deixam os portos brasileiros sem a mercadoria prevista. Os prejuízos são incomensuráveis', destaca Alfried Plöger, do Grupo Melhoramentos, cujos negócios englobam editora, celulose e desenvolvimento urbano.

Segundo ele, da porta da fábrica para dentro, boa parte das empresas brasileiras não perde para nenhuma outra em termos de custos. Mas, ao atravessar os portões, o produto nacional perde competitividade e, muitas vezes, não consegue disputar nem no mercado interno. Uma das críticas de Plöger, cuja empresa importa e exporta produtos, está na burocracia do sistema portuário brasileiro. Ele conta que, na última Bienal, os livros que seriam lançados não chegaram a tempo do evento porque houve demora na liberação.

As transportadoras também reclamam dos portos. A queixa do presidente da ASA Transportes, Valdir Santos, é o tempo para descarregar em Santos. 'Às vezes, demora dois dias. Isso significa ficar com o caminhão parado, sem receber nada.'

FONTE: ESTADÃO

(MS) Motorista causa acidente com 4 caminhões

Um acidente na tarde de ontem (19) envolveu quatro caminhões que seguiam na BR-163, entre Pedro Gomes e Sonora.

De acordo com o site Edição de Notícias, o motorista de uma Scania, com placas de Lages (SC), recebeu sinal para ultrapassar uma carreta que trafegava pelo acostamento. Ao fazer a manobra, o condutor invadiu parte da pista contrária, mesmo estando livre para  trafegar na pista de rolamento da sua mão.

Com isso, a Scania colidiu na lateral de um Mercedes Benz, com placas de Horizontina (RS), que seguia no sentido Sonora e era conduzida por Vilmar Bender, de 43 anos.

Atrás de Vilmar, seguia outro Mercedes Benz, com placas de Getúlio Vargas (RS), dirigido por Dulcimar Pavan, de 39 anos, que para evitar colisão frontal com a Scania acabou batendo de frente com um Volvo, com placas de Colorado (PR), conduzida por Esmeraldo Paulino da Silva, de 46 anos.

Esmeraldo foi socorrido pela PRF (Polícia Rodoviária Federa) e encaminhado ao Hospital Regional Álvaro Fontoura, em Coxim.

O motorista que deu sinal para a ultrapassagem não permaneceu no local do acidente.

FONTE: CORREIO DO ESTADO

(MS) Carreta provoca acidente com uma morte e 4 feridos na BR-163

O acidente com uma morte ocorrido por volta das 15 horas de hoje, na BR-163, saída para São Paulo, em Campo Grande, foi provocado por carreta bitrem, carregada com soja.

A carreta atingiu outros dois veículos: uma Kombi da empresa Telemont e um C 3. O condutor do carro de passeio, Arquimedes Pereira Silva, 59 anos, morreu no local do acidente. A mulher dele, Maria Solange Vieira, 56 anos, e Carlos Geraldi, 66 anos, ficaram feridos. O estado de saúde da mulher é considerado grave. Os dois foram socorridos para a Santa Casa. Eles seguiam para uma chácara.

O condutor da Kombi, Armando José de Oliveira Junior, 62 anos, e o passageiro, Eduardo Rodrigues Cardenar, 28 anos, tiveram apenas escoriações leves. Os dois estavam indo para o posto Locatelli, onde iriam realizar um serviço.

O motorista da carreta, Márcio Antunes, 23 anos, disse que tombou após ser ultrapassado por dois veículos. Ele relata que tentou desviar da Kombi, mas não conseguiu. “Eu tentei tirar para não bater. Daí eu tombei e não vi mais nada”, contou.

Eduardo relata que a Kombi seguia pelo acostamento e o acidente aconteceu quando o motorista da carreta tentou fazer uma ultrapassagem. “Ele foi desviar e tirou apenas a cabine e esqueceu do resto. A parte de trás da carreta foi que atingiu a Kombi e o C3”.

A carga de soja está esparramada na pista. O congestionamento do sentido Campo Grande a São Paulo chega a quatro quilômetros. A PRF (Polícia Rodoviária Federal) está no local.

FONTE: CAMPO GRANDE NEWS

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Paulo teve 6.958 roubos de carga em 2011

Estado teve redução de 4,61% no número de ocorrências no ano passado, mas prejuízo com o crime teve aumento de 5,75%. Rodovia Anhanguera foi a campeã de roubos, com 217 ocorrências.

O Estado de São Paulo teve, em 2011, 6.958 ocorrências de roubo de cargas, segundo números da Secretaria de Segurança Pública divulgados esta semana pelo SETCESP e pela FETCESP, entidades que representam as transportadoras paulistas.

De acordo com o levantamento oficial, o ano passado teve 4,61% a menos ocorrências de roubo de cargas, em comparação com os 7.294 roubos de 2010. Apesar da redução no número de ocorrências, 2011 apresentou um aumento no prejuízo com as cargas subtraídas: R$ 295,855 milhões, contra R$ 279,756 milhões no ano anterior, aumento de 5,75%.

O levantamento do roubo de cargas no Estado mostra que a rodovia com maior número de ocorrências foi a Anhanguera, com 217 roubos, seguida pela Dutra, com 185 ocorrências e pela Régis Bittencourt, com 140 crimes.

A maioria dos roubos foi feita no meio da semana, entre terças e quintas-feiras, e o horário preferido pelas quadrilhas em 2011 foi a faixa entre as 10h e o meio-dia. Os produtos alimentícios foram o tipo de carga que mais atraiu os ladrões, com 1.715 ocorrências, com os eletroeletrônicos em segundo, com 1.102 roubos.

Considerando o prejuízo do roubo, os eletroeletrônicos lideram o ranking das cargas roubadas em 2011, com R$ 85,323 milhões subtraídos.

Segundo o Coronel Paulo Roberto de Souza, que assina o relatório do roubo de cargas com os dados oficiais, tabulado pelas entidades do setor, a localização das ocorrências ficou fortemente concentrada na capital e na Região Metropolitana, com 81,65% dos roubos. Em seu relatório, Souza destacou também que 38,42% dos roubos, 2.673 ocorrências, correspondem ao roubo de cargas com valores inferiores a R$ 3.000,00. Entre as cargas mais valiosas, com avaliação acima de R$ 100,000,00, foram 503 ocorrências, que correspondem a 7,22% de todo o roubo no Estado.

O relatório completo sobre o roubo de cargas no Estado de São Paulo pode ser encontrado no site do SETCESP, no link: http://www.setcesp.org.br/assessoria_estatistica.asp

FONTE: PORTAL TRANSPORTA BRASIL

(GO) ACIDENTE COM CARGA ROUBADA

(PE) Carga roubada de 919 notebooks foi recuperada ontem em Caruaru

A Polícia Federal atualizou, na tarde desta quinta-feira (9), o número de notebooks roubados encontrados em um caminhão em Caruaru, no Agreste de Pernambuco: foram 919 unidades. Inicialmente haviam sido contabilizados cerca de 700 computadores. A carga estava dentro de um caminhão com placas de Caxias, no Rio Grande do Sul, estacionado em um posto de gasolina.

A apreensão foi feita em conjunto pela PF e pela Polícia Rodoviária Federal. O veículo que continha a carga foi rebocado até a Delegacia da PF, onde representantes do fabricante dos computadores, a LG, compareceram e afirmaram que faltavam 12 notebooks. O material havia sido remetido pela empresa a uma grande rede de lojas no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. O motorista que sofreu o roubo deverá comparecer à Polícia Federal para prestar declarações. Segundo a PRF, não havia ninguém dentro do veículo nem documentos.

A carga teria sido roubada no município de Xexéu, na Mata Sul de Pernambuco, e transferida para o veículo que foi encontrado, da empresa Irmãos Martins Transportes Rodoviários, uma transportadora do Rio Grande do Sul. Dentro do veículo, ainda foram apreendidos dois revólveres calibre 38, com treze munições. O caminhão foi recuperado devido ao sistema de rastreamento e através de denúncia.

FONTE: V&C

Ramos poupa R$ 500 mil/mês com NEC

A Ramos Transportes reduziu seus custos em cerca de R$ 500 mil por mês com a adoção de uma solução de rastreamento de cargas e telefonia IP da NEC Latin América.

O projeto compreendeu a instalação de uma central de telefonia baseada em VoIP, com gerenciamento integrado, coletores de dados e uma rede Wi-Fi para controle e rastreamento de cargas.

“Com filiais em todo o Brasil e em expansão, tínhamos a necessidade de prevenir problemas no gerenciamento das comunicações e operações”, afirma o gerente de Infraestrutura de TI da transportadora, Fabiano Matos Pinheiro.

Segundo ele, a nova estrutura facilitou o gerenciamento de telefonia e otimizou ações de manutenção, além de eliminar os custos com ligações entre filiais, hoje feitas como ramais; e estabelecer tarifação única nas chamadas para números externos.
Além disso, a solução trouxe mais estabilidade para a estrutura de redes WiFi, que hoje suporta cerca de 500 coletores de dados utilizados para controlar e rastrear o fluxo de cargas da Ramos.

O sistema possui cerca de 2 mil ramais, entroncamento SIP com operadora e plano de numeração para todo o Brasil, além de interfaces em todas as filiais e infraestrutura wireless com gerenciamento centralizado.
“Essa estrutura hoje alimenta todo nosso
sistema de logística de cargas”, finaliza Pinheiro.

Com sede em Minas Gerais, a Ramos Transportes tem 68 filiais em todo o país.

A companhia atua em logística, paletização, estocagem e armazenagem entre outros serviços.

FONTE: BAQUETE

(NE) "O roubo de carga migrou para o Nordeste"

As empresas de transportes paulistas tiveram no ano passado prejuízo de R$ 148,9 milhões com roubo de carga, segundo balanço parcial da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp). Mas, segundo a Atlas Transportes & Logística, é possível transformar a adversidade em vantagem. "Nosso sistema de segurança acaba atraindo mais clientes", diz Lauro Megale Neto, presidente da empresa que atende clientes como Laboratório Ache, Adidas, Medley, Red Bull, General Motors, 3M do Brasil e Fujifilm.

O roubo de carga traz prejuízo para a empresa?

Somos uma das empresas mais seguras e, por isso, posso dizer que nossas perdas são menores. Investimos no ano passado 13% do nosso faturamento em segurança. Esse porcentual, há cinco anos, era de 10%. Temos de modernizar nossa tecnologia de segurança porque o ladrão também evolui.

Qual é o faturamento da Atlas?

Em 2011, crescemos 17% e o faturamento foi de R$ 545 milhões. Crescemos nesse ritmo porque temos esse diferencial, o da segurança. Dos nossos 1,8 mil veículos, 800 têm duplo rastreamento. Esses sistemas passam a posição do caminhão para a central de atendimento de cinco em cinco minutos. Também investimos muito em treinamento de pessoal, tanto o de estrada quanto o da central. Assim, esperamos, em três anos, chegar a R$ 1 bilhão.

Onde os ladrões atacam mais?

Há cinco anos, no Nordeste, a atuação de ladrões de carga era praticamente nula. Mas as quadrilhas têm migrado. O volume de vendas por lá cresce e as entregas também. Os ladrões acompanharam isso. E agora a região se tornou uma das mais violentas do país.

FONTE: REVISTA COBERTURA

(SP) Roubos preocupam motoristas na Mogi-Dutra

Motoristas de caminhão estão inseguros para dirigir na Rodovia Mogi-Dutra, que se tornou foco de quadrilhas especializadas em roubos de carga.

Em alguns pontos é preciso diminuir a velocidade dos veículos por causa da subida, o que facilita os assaltos. Os caminhões carregados ficam pesados e demoraram mais para percorrer alguns trechos. Os ladrões levam o veículo, a carga e muitas vezes sequestram o motorista.

Um caminhoneiro, que já foi assaltado duas vezes e prefere não se identificar, contou que no último crime um carro com giroflex avisou que havia algo errado com o caminhão e por isso ele parou.

Uma empresa de transportes de carga em Mogi das Cruzes teve três caminhões roubados na rodovia em apenas um mês e decidiu mapear os pontos mais perigosos, que considerou ser o quilômetro 38,5 da rodovia, no trecho de Arujá, e os quilômetros 41 e 42 por causa da rotatória que leva a um conjunto de condomínios e é utilizada como rota de fuga.

A Polícia Rodoviária reconhece que o número de roubos de caminhões e carga aumentou no Alto Tietê. Em todo o ano de 2011 foram registradas 12 ocorrências. Já em 2012, de janeiro até os primeiros dias de fevereiro, foram 11 casos, oito deles aconteceram na capital e os motoristas foram deixados em Mogi das Cruzes.
O comandante Alexandre Vieira Sant’Ana, da Polícia Rodoviária, afirma que houve aumento no policiamento na Rodovia Mogi-Dutra.

FONTE: TV DIARIO

(TO) Polícia registra mais dois roubos de cargas no Sul do Tocantins

“São vários casos que provam que os equipamentos de última geração e segurança não impedem a ação dos bandidos que atuam no roubo de cargas, principalmente na BR-153 no sul do Tocantins, por onde passa boa parte das riquezas do país”.

Em menos de uma semana a Polícia Militar registrou dois roubos de carretas carregadas de televisores, sendo uma na cidade de Gurupi e outra em Talismã. Os prejuízos para a seguradora pode chegar a R$ 3 milhões.

Se a excelente logística da região Sul do Tocantins tem sido usada também em beneficio de quadrilhas especializadas em roubo de cargas. São vários casos que provam que os equipamentos de última geração e segurança não impedem a ação dos bandidos que atuam no roubo de cargas, principalmente na BR-153 no sul do Tocantins, por onde passa boa parte das riquezas do país.

Casos

Nos últimos meses foram registrados vários casos que vão desde roubos de pás-carregadeira, em setembro do ano passado, onde o maquinário fora encontrado em Gurupi, carreta carregada de televisores roubada em Pugmil e encontrada no Setor Waldir Lins em Gurupi, a quadrilha que foi presa em Botucatu (SP) em junho de 2011 especializada no roubo de máquinas pesadas com ramificação no Tocantins, sendo que neste caso foram apreendidas oito pás-carregadeiras e moto niveladoras avaliadas em R$ 2 milhões, noticiamos também o recente esquema de comercialização de tratores roubados, e, por último, aparece mais dois roubos de caminhões carregados de televisão, sendo que a carga de um deles foi avaliada em R$ 1,5 milhões.

Duas carretas carregada de TVs

A penúltima ocorrência envolve uma carreta de marca Volvo FH 12 de cor branca, placa DBB-5737 de Campinas-SP, roubada na quinta-feira, 09, no estacionamento do Posto de Combustível Mutucão, saída sul da cidade de Gurupi. O caminhão foi encontrado vazio no dia seguinte por policiais militares, na cidade de Talismã.
Na sexta-feira, 10, foi a vez do motorista de uma carreta placa NFZ-5388, de Itumbiara-GO, também carregada de televisores ser assaltado. O crime aconteceu em um posto de combustível na cidade de Santa Rita. O motorista da carreta foi dominado pelos bandidos, levado para município de Figueirópolis, onde ficou por um período de mais de seis horas incomunicável.

Levantamento

No último levantamento feito sobre roubos de cargas no Brasil, divulgado em pela NTC&Logística, que mantém, junto com outras entidades, uma Comissão de Combate ao Roubo de Cargas com atuação em todo o Brasil, apontou que em 2010 o roubo de cargas em todo o Brasil somou 12.850 casos e, além dos riscos à vida dos motoristas, o crime somou um prejuízo de R$ 880 milhões.

FONTE: TOCANTINS AGORA

(SP) Assaltante de carga é preso em Taboão da Serra

Agentes Penitenciários de Taboão da Serra prendeu em flagrante na manhã desta quinta-feira (9) um homem acusado de tentar roubar uma carga de televisores, notebooks, micro-ondas e outros eletrodomésticos que seria entregue na loja do Ponto Frio na Avenida Kizaemon Takeuti.

Os agentes apreendeu na ação um veículo Corola roubado, uma HR furtada, uma submetralhadora 9 milímetros, um revólver calibre 38 , 10 munições, três chupas cabras (aparelho que bloqueia rastreador) e três máscaras de carnaval.

Três criminosos, ao que tudo indica, moradores do bairro Parque Pinheiros e suspeitos de integrar uma quadrilha de roubo de carga fizeram de reféns o motorista e ajudante que carregavam  as mercadorias na Rodovia Régis Bittencourt, em frente a Seccional de Taboão por volta de quatro horas.Eles seguiram direto para a Avenida Kizaemon e para descarregar a carga, pediram para o motorista parar o caminhão em uma rua sem saída, ao lado da loja. Uma HR serviria para transportar a mercadoria.

De acordo com as vítimas, os ladrões no momento que anunciaram o assalto, estavam com máscara, armados com uma submetralhadora e em posse de um veículo Corola, produto de roubo."A todo momento eles nos ameaçavam de morte, se caso algo desse errado. Eu consegui pedir ajuda em uma bobeada deles, e a polícia conseguiu deter um dos acusados", frisou uma das vítimas que não quis se identificar.

A vítima contou ainda que essa não é a primeira vez que é alvo de criminosos. "Já passei por isso cerca de dez vezes", finalizou.

O acusado D.S.N de 24 anos pode responder por porte ilegal de arma de fogo restrita, tentativa de roubo, roubo do Corola e furto da HR. A ocorrência foi apresentada no Distrito Policial de Taboão da Serra pela polícia militar, que prestou apoio ao policial civil da escolta, responsável pela prisão do acusado.

FONTE: JORNAL DA NET